A inteligência artificial (IA) já integra o cotidiano das relações de trabalho, trazendo ganhos de produtividade, mas também desafios importantes. A substituição de funções, a intensificação do controle sobre trabalhadores e a precarização de vínculos são riscos reais quando a tecnologia é adotada sem critérios que considerem seus impactos sociais.
A incorporação da IA no trabalho exige mais do que adaptação técnica: demanda debate público e regulação adequada. Isso inclui transparência nos processos automatizados, limites ao monitoramento excessivo e garantias de que decisões que afetam a vida laboral não sejam tomadas de forma opaca ou discriminatória. A inovação deve caminhar junto com a proteção dos trabalhadores.
